Figure out the Bilble.

Percebem que a medida que a ciência avançou ao longo dos séculos, os milagres proporcionalmente diminuíram, ou mesmo sumiram? Qual o motivo para isso? Será que é por que de fato nunca existiram, e , devido ao sepultamento e não desenvolvimento da ciência em alguns séculos, não havia como desmascará-los? Da mesma forma, os textos bíblicos também foram caindo em descrédito, exatamente por que ficou claro que algumas coisas lá são impossíveis.No entanto, é muito comum ouvir explicações do tipo "Mas você não entende, é tudo metafórico, no sentido figurado".Confesso nunca ter entendido a parte figurativa da mulher vir da costela.Poxa, costela?? Um osso frágil, que tem aos montes no corpo e que muitas vezes, quando fraturada, basta imobilizar que melhora?Sem nem precisar de cirurgia? A mulher poderia ter vindo de partes mais nobres do homem, como o cerebelo, o Lobo Frontal, o hipocampo, o fígado,mas...da costela? A costela é tão desprezível, que tem até quem a tire para ficar com a cintura mais fina.Analisando à ótica bíblica, é quase uma espécie de parricídio...mata-se quem lhe deu vida.E outra, esse papo da bíblia ter sido escrita em metáforas não me convence.Se não vejamos: Marco uma reunião com amigos para criar uma nova crença e louvar meu Deus.Se queremos criar uma crença, queremos que ela seja hegemônica ok? Que se espalhe entre todos, mais rapido que conjuntivite.OK.Tenho esse propósito, meus parceiros de criação também.Mas aí, o que é que eu faço?? Escrevo tudo em sentido figurativo, pra dificultar o entendimento das pessoas...Qual a lógica disso? "Pessoal, vamos agora falar do apocalipse.Mas não facilitem, ponham um monte de monstros, trombetas de anjos, bolas de fogo, pragas e cavaleiros vingativos, etc, para que eles não entendam o livro, associem ao que quiserem, e ainda, comprem e muito nosso livro".Quem compra um livro que pôde folhear e nada entendeu do que havia escrito??O pior, é que se hoje temos milhões de analfabetos, imaginem naquela época? Querer que estes interpretassem informações que hoje até intelectuais mal entendem?...Por isso deve ter tanta igreja cristã diferente, figurando entre as empresas mais rentáveis,e de filantropia figurativa.

Da série "Não entendo"

É comum ouvir alguém dizer "Nem Jesus agradou a todos" quando alguém é muito popular, ou tem suas opiniões aceitas e corroboradas por um grande grupo de pessoas.Como sugere o título da postagem: Não entendo.Afinal, Jesus agradou, de fato, a uma expressiva minoria, se não, vejamos.Antes de tudo, só 12 toparam seguí-lo a ferro e fogo, sendo que destes, um lhe desacreditava, tendo negado crédito ao Messias por  três vezes, e um segundo, como todos sabem, lhe traiu com um beijo.Mas pode ser dito que muitos viam sua pregação e se emocionavam com ela...Em verdade vos digo , zero leitores, não me convence de terem se agradado.É igual ao camarada que aceita degustar café ou sucos em caixa no supermercado, aprecia ambos, mas não compra o produto...de que serve não levar para casa o que foi aprovado?? E Jesus, como sabemos, só foi levado para casa depois de um baita choque hipovolêmico, isso sim!.Fora isso, ninguém nas Américas, na Europa e em boa parte da Ásia, sabia da existência do filho de Deus, ninguém.Ou seja, Ele não agradou à maior parte dos habitanes da terra à época de sua existência por um simples motivo: Sua existência era ignorada.Então, como assim, "não agradou a todos"??. Quem são esses todos? A própria mãe mais 10 apóstolos do PSTU?.Como disse, não entendo.

Ainda bem que não fui só eu...

 

 Por André Barcinski

"O maior mico de Amy Winehouse

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Já vi shows bons e ruins, mas não me lembro de ter visto um tão amador quanto o de Amy Winehouse.

Eu simpatizo com Amy. Prefiro mil vezes a bagaceira dela às celebridades que posam para revistas mostrando os órfãos que adotaram em algum país miserável.

 Acho que astros “polêmicos” como ela são necessários, embora desconfie que muito daquilo seja marketing (alguém soube de um escândalo sequer protagonizado pela moça SEM um fotógrafo por perto?).

Gosto dos discos também. Não sou grande conhecedor de soul music e não passo semanas ouvindo “Frank” ou “Back to Black”, mas achei os discos divertidos e bem produzidos.

Mas nunca tinha visto um show dela, nem em DVD.

Por isso, o espanto: pelo menos sábado, Amy cantou como uma amadora. Desafinou pacas, errou a letra de várias músicas e atropelou a métrica de outras tantas.

Foi de uma antipatia que raras vezes vi em cima de um palco. Não custava nada ter mostrado um pingo de apreço pela platéia – 30 mil pessoas, segundo a organização. Só falava com a banda.

E a banda? Não conheço os músicos ou seu currículo, mas posso dizer que foi o pior conjunto de músicos que já vi tocando num evento desse porte. Sem vontade, sem garra, tocando o beabá mais rastaqüera. Parecia grupo de beira de piscina de cruzeiro marítimo.

Para realçar a ruindade – e para encher um pouco mais de lingüiça – Amy pediu a cada um deles que fizesse um solo. O solo de guitarra foi um daqueles momentos constrangedores em que você fica com pena do cara, e olha que nem sou músico.

O de bateria foi tão chato que nem a Amy agüentou: sentou no palco e ficou esperando aquilo passar.

Dava para ver claramente que a turnê foi organizada às pressas: não havia cenário, só uma pavorosa montagem do nome da cantora com a bandeira do Brasil, que parecia banner de agência de turismo. Um amigo jura que viu Amy lendo o nome dos músicos em um papel colado no chão do palco (eu não percebi).

Sábado, a banda de Amy esteve no palco por 72 minutos. Já a cantora, subtraindo os momentos em que saiu do palco, as duas cançõess que mandou um vocalista de apoio cantar, os solos dos músicos e o intervalo para o bis, não apareceu por mais de 50 ou 55. Foi a grana mais fácil que ela já ganhou.

Dois fatores realçaram a ruindade do show: em primeiro lugar, o próprio Anhembi, grande demais para shows desse tipo. Num teatro fechado, talvez a apresentação não fosse tão fria e desanimada.

Em segundo lugar, Janella Monáe. A cantora se apresentou antes de Amy e, mesmo exagerando na pose e em alguns truques ridículos (em certo momento ela pinta um quadro no palco), mostrou que canta muito. Janelle e banda suaram a camisa e deram tudo no palco. Não foi um show incrível, mas pelo menos mostrou consideração por quem pagou ingresso – que não era nada barato.

E Amy? Bom, ela embolsou uma fortuna para cantar que nem uma caloura do “Ídolos”. Bateu a carteira e se mandou. Será parte do marketing? Ou falta de talento mesmo?"

E tudo virou vinagre.

Deprimente...Perdoem-me os românticos/autênticos roqueiros de plantão, mas não encontro outra palavra.Aliás, encontro sim, constrangedor.Esta também se aplica ao vabulário possível para descrever o show de Amy Casa-do-Vinho ocorrido em Recife há dois dias.Ruim a começar pelo local, de péssima acústica, além da escassa oferta de serviços essenciais como bebiba e banheiros, limitado para o contingente presente.Zero leitores...pra haver fila no banheiro masculino...é por que tem alguma coisa errada com a organização do evento.Mas enfim, não estamos aqui para discorrer sobre a anátomo-fisiologia da rápida ida masculina ao banheiro.Voltemos ao "espetáculo".Por mais que seja uma atração esperada por demais, não me conformo com um show onde a cantora sai várias vezes, substituindo a si pelo backing vocal (muito bons e simpáticos por sinal), ou por um solo demorado de cada membro da banda, ou mesmo pela tensão de que a qualquer momento ela poderia sair, ou ainda, as constantes falhas na voz e erros de letra (só uma, que meu inglês capenga tenha percebido), nenhuma saudação, nem boa noite, nem obrigado...se quer disse o nome da cidade do show.Mas , nada se compara à vibração da platéia à queda da Sta Casa do Vinho.Melancólicos (queda e aplausos).Triste ver uma artista de tamanha qualidade e potencial perdida, e ainda por cima, sendo reverenciada por  ofertar um show tão triste e tecnicamente deplorável aos seus admiradores.Mas aí alguém dirá "Mas blogueiro, foi o show mais demorado da turnê...". Ok,mas se é pra ser ruim, prefiro um sequestro relâmpago à ida direto pro cativeiro. Pior ainda são as frases "Achei ótimo, ninguém pode achar ruim, todo mundo foi sabendo como ela era".Ok, ok.Então que venha no ingresso, ou no site de venda do ingresso: "Amy Winehouse: Ela erra a letra,enrola pondo outros músicos para cantar no lugar, e ainda cai durante o show.Detalhe: Péssimo banheiro e dificuldade em comprar água inclusos". Aí sim...Entenderia.

Geraldo Bauer

O governador Alckmin, ex-Geraldo, desafia chronos.Quem pensava que Juscelino foi ousado em propor 50 anos em 05, precisou coçar os olhos, se beliscar, tossir quatro vezes,para acreditar na versão de tempo dentro do tempo do ex-Geraldo. Este afirmou , diante das tragédias das chuvas em São Paulo, que não se pode fazer obras contra a chuva em 24 horas.Ta aí um bom slogan de campanha "20 anos em 24 horas". Geraldo Bauer esquece que eles governam o mais rico estado da federação há pelo menos 20 anos...Isso mesmo, 20 anos...Em seu delírio onírico, Alckmin parece dormir na realidade, vendo tudo em sonhos e em outra velocidade, como no filme "A Origem".Contudo, sem esse mero,discreto e insignificante detalhe de não ser ficção.

Sutileza e leveza de uma Folha

Transcorria tudo muito bem no segundo debate presidencial do segundo turno.Dilma perguntava sobre dado assunto, Serra respondia sobre outro.Serra indagava a Dilma sobre alho, Dilma respondia sobre bugalhos.Até aí tudo normal.Bloco atrás de bloco, eis que é findado o debate.Após as entrevistas, me aparece a Rede TV/Folha de São Paulo com uma avaliação dos indecisos...Explico-me: Vinte e três pessoas foram trancadas numa saleta, destas, 2 votantes de cada candidato e os demais indecisos.Bloco após bloco esse seleto grupo, de paulistanos, diga-se de passagem, escolhia quem venceu o bloco e revelaram em quem votarão ao final do debate.Deu Serra 15X 8.Convenhamos zero leitores, num reduto tucano só poderia dar isso, ou alguém acha que se a mesma metodologia fosse realizada em um debate no Recife,ou em Fortaleza, Serra teria o mesmo desempenho??? Além do que, uma amostra com 23 pessoas beira o escárnio estatístico.O detalhe é que na TV só foi mencionado que Serra venceu o debate para o grupo de eleitores indecisos avaliados, não mencionaram que eram apenas 23 pessoas, isso só pôde ser visto/lido na internet.Pense numa sutileza!!

A "ondinha" verde.

Após a oficialização da neutralidade do PV, ocorrida há algumas horas, me sinto mais à votade para versar sobre o desempenho de Marina Silva nas urnas.Falou-se muito em terceira via, em clamor da população por um país sustentável, da conscientização do uso de energias renováveis, etc.Penso que todas, sem exceção, divagações equivocadas.  O que houve não foi uma onda verde, fato comprovado pelo não aumento da bancada do PV na câmara federal(ok,aumentou de 13 para 15, pífio quando comparado com os votos de Marina), nem pela eleição de qualquer governador ou senador do PV.Houve sim uma inclinação de milhões de pessoas, e na reta final da campanha, pra uma candidata que fugia do maniqueísmo PT X PSDB, especialmente pela falta de carisma dos destes candidatos.Que fique claro que carisma, pra mim, seria importantíssimo a um recepcionista de hotel ou de eventos sociais, mas nunca para bons governantes. Um minoria do eleitorado de Marina, na minha opinião, são de fato pessoas que levantam a bandeira do meio-ambiente.Os outros, pertencem a uma massa de indecisos que precisavam de alguém mais sorridente do que Serra e Dilma.Nada além disso. Ou ninguém percebeu que as ruas estão tão ou mais sujas desde a propagação da "ondinha" verde???

O Irã fica ao lado

Notícia de hoje extraída do portalcorreio.com.br

"Um homem identificado pelo apelido de "Zé Branco", de aproximadamente 25 anos de idade, foi assassinado a pauladas e pedradas. O crime aconteceu na madrugada deste sábado, no conjunto Comercial Norte, no bairro Mário Andreazza, no Município de Bayeux.

 

Os peritos informaram que o homicídio aconteceu no quintal da casa da vítima, que teve o crânio totalmente esmagado a tijoladas e pedradas.  A polícia está investigando o caso, mas até agora não tem pistas sobre os autores do assassinato. Há suspeitas de que o crime tenha relação com o tráfico de drogas."

 

O Irã é logo ali amigos...

Previsões...

 

O Brasil cai nas quartas

Inglaterra campeã do mundo

Ricardo Coutinho, infelizmente diga-se de passagem, perde no primeiro turno

Lula será o primeiro brasileiro a ganhar um Nobel (essa demorará mais para se realizar)

Na preguiça do signatário, segue esse belíssimo texto (é real, não é ficção) da jornalista Beth Torres

 

Eu nunca ouvi tantos absurdos, tantas besteiras, tanto preconceito e tanta falta de inteligência em um espaço tão curto de tempo. Refiro-me a sessão de hoje da Câmara Municipal de João Pessoa, quando a vereadora Eliza Virgínia (PPS), “defensora da moral, da religião evangélica e dos bons costumes”, ocupou a tribunal da Casa de Napoleão Laureano para criticar o presidente da Fundação Cultural de João Pessoa, Chico César.

Esta semana Chico César deu declarações à imprensa classificando como sendo fruto da inquisição (e nada mais é que inquisição) o projeto da parlamentar que regulamenta a fixação de obras de artes permanentes em espaços públicos na capital. Ela quer que as obras sejam avaliadas pela Câmara Municipal, antes de serem colocadas na cidade. Alguém acredita em uma coisa dessa? E lá vereador, que não tenha formação para isso, tem qualificação para avaliar a qualidade de uma obra de arte?

Chico César disse que não se pode censurar a Cultura e destacou que tem muito respeito à Câmara, mas não acha que seja lá o melhor fórum para se discutir arte. E ele tem toda razão. Chico apenas se pronunciou contra um absurdo. A vereadora do PPS quer que a Prefeitura não contemple a cidade com obras de arte, porque faz interpretações absurdas de que tais imagens têm cunho religioso e até de ligação com o demônio.

Entre as obras apontadas como de cunho religioso estão o "Cavalo Alado" (no girador do Centro de Tecnologia da UFPB), "O Porteiro" (girador do Castelo Branco) e a "Pedra do Reino" (Lagoa). Chegaram ao absurdo de dizer que as obras de arte representariam a crença do ex-prefeito Ricardo Coutinho a entidades de religiões de matriz africana. Em que século estamos vivendo?

A vereadora, com o seu pensamento pequeno e preconceituoso, chegou ao cúmulo de fazer uma ligação entre a inauguração do monumento em homenagem a Pedra do Reino (de Ariano Suassuna) na Lagoa do Parque Sólon de Lucena a tragédia do Róger, onde 14 presos morreram após incêndio. Segundo a vereadora, a tragédia aconteceu dez dias depois da inauguração do monumento, que, para ela, representa o derramamento de sangue.

Em meio a confusão, Sérgio da SAC, que mais uma vez perdeu uma grande oportunidade de ficar calado, pois realmente não tem nada a acrescentar, pediu um aparte e disparou mais um de seus absurdos. Disse que Chico César, esse artista paraibano conhecido internacionalmente que tanto orgulha este estado pequenino, era um cantorzinho que ninguém conhecia, que apenas compôs ‘Mama África’ que fez sucesso e nada mais.

Esse assunto absurdo motivou maior parte das discussões na Câmara Municipal de João Pessoa na manhã desta terça-feira. Em um parlamento sério isso não aconteceria. Lamento profundamente que duas pessoas com um pensamento tão pequeno tenham sido eleitas para serem representantes do povo.

Confesso que quando Ricardo Coutinho convidou Chico César para ocupar o comando da Funjope fiquei receosa, não por duvidar da sua competência, mas por entender que como artista ele não teria tempo para se dedicar a cultura de João Pessoa. Hoje, dou a mão à palmatória e vejo que ele deu fôlego novo à cultural na Capital paraibana.

Ao invés de criticar Chico Cesar, esses parlamentares deveriam é discutir melhorias para a qualidade de vida da população pessoense. E para esses vereadores que realmente não têm o que dizer utilizo para finalizar o artigo um trecho de uma música de Chico César, servindo como um recado do artista e do gestor: “Respeitem meus cabelos, brancos”.

Muito tem se especulado sobre certos partidos apoiarem ou desistirem de apior Ricardo Coutinho pela não oferta de uma posição na chapa majoritária.Nebulosas essas coisas.Para apoiar Ricardo, todo mundo pede vaga na majoritária.Já do lado de Zé Maranhão ,ninguém pede nada, pelo contrário, os esforços são no sentido de uma chapa quase puro sangue, com Veneziano na vice-governança.Armando Abílio teria rompido com Ricardo por não ter recebido vaga na majoritária, no entanto, apoia Zé sem cobrar nada.Como diria Tião Lucena, é quase um santo.A chapa de zé ta fechada: Ele, Luciano Cartaxo, W.Roberto e Wilson Santiago, podendo Veneziano tirar W.Roberto e este continuar Federal, mas com algo forte prometido para os seus caso Zé se reeleja.O resto ,meus caros, é pirotecnia,é lana caprina.Ou seja, não há vaga para o PP na chapa de Zé, isto é cristalino.Então o PP cobra só de Ricardo(como consta no blog do Dércio), mas como não exigirá em hipótese alguma nenhuma vaga de zé, só dois reles deferais? Há algo de podre nessa celeuma.

Sócio-antropologia dos altos coqueiros

Em reportagem que antecedia o jogo Náutico X Flamengo ,o depoimento de um taxista recifense revela sua opinião sobre PERNAMBUCANOS que torcem pelo flamengo "São paraibacas, mistura de paraibas com babacas" .É a famosa sócio-antropologia da terra dos altos coqueiros, que crê na possibilidade de se torcer por um time apenas por ele ser da cidade, e não pelo motivo principal pelo qual se torce por alguém: estímulo durante a infância, seja por familiares, amigos na escola, reforço da mídia, etc. No nordeste, se destacam nesse argumento, não a toa, as capitais mais ricas: Recife, Salvador e ,menos intensamente, Fortaleza.Geralmente se começa a torcer por algum time aos 08 ou 10 anos.É nessa fase em que ocorre o tal estímulo, e o time local só poderá exercer influência se for minimamente forte, com projeçao na mídia, e isso só ocorre não por uma "genética puro sangue", mas apenas pelo capital,pelo poderio financeiro, como nas capitais citadas. E reafirmo, capitais, pois no interior dos estados correspondentes às capitais mencionadas são raras as almas que não torcem para os times do Eixo Rio-São Paulo, raríssimos.Já pude sentir na pele esse tipo de opinião do decrépto taxista. Há uma sensação de superioridade dos recifenses por torcerem por seus times(a tal genética puro sangue que beira o fascismo), como se nascer em Israel e ser judeu não fosse meramente natural, e não algum tipo de "superioridade" . Ou como se nascer na Paraíba ou em Sergipe me impedisse de gostar dos Beatles. Essa medíocre sócio-antropologia os impede de enxergar que somos estados co-irmãos, pobres e secularmente relegados a segundo plano,que precisam de união e respeito mútuo. Além disso, se observa o desprezo para com o seus, visto que o interior de Pernambuco tem maciças torcidas dos times do Rio e São Paulo.Seriam estes inferiores e também "paraibacas"??. Só nos faltava essa, uma ditadura futebolística, mediada por sectários e pífios pseudosociólogos recifenses.

hay gobernabilidad, soy contra

Sempre achei que alguns acordos eram legítimos em nome da chamada "governabilidade", de modo que pouco me horrorizava/horrorizam cenas como Lula e Jáder Barbalho no mesmo palanque, ou Lúcia Braga e Avenzoar (o dos bons tempos) de mãos dadas poucos dias depois de trocas de xingamentos na TV, acomodações de políticos de biografia duvidosa em certas secretarias ou ministérios, etc. Entendia e aceitava esta famigerada governabilidade.Entendia também o pensamento de quem a recusava.Discordava, mas conseguia entender o modo de pensar, afinal, já havia pensado daquele jeito um dia. "Ter sido sensato um dia, pode lhe fazer compreender como raciocina um sensato", já dizia um ex-mestre. O abuso do pretérito até aqui não foi em vão.Os últimos acontecimentos no senado, leia-se a absorvição sumária (coisa nossa) de Sarney, me fizeram refletir que precisa haver limite entre ética e um plano de governo (Dilma 2010). O PT, que a cada ano se torna uma anti-pangéia ideológica, com a postura do tipo "salvemos os culpados aqui pois o que vale mesmo é a eleiçao do ano que vem" se desmembra cada vez mais em continentes de descalabro e insansatez.Não zero leitores,basta!! já dei minha cota de compreensão com apertos de mão duvidosos, sussurros suspeitos ao pé do ouvido.Já me expuz o suficiente nas conversas em mesas de bar justificando a importância das alianças com Collor, Renan, Roseana e trupe, que sem congresso não se governa, que há de se ter governabilidade, etc, etc. Meus ouvidos já deram sua cota enquanto mercadores.

Deus existe

Voltou a ter carbonato de lítio no CAPS. Só prova de tamanha contundência da existência divina para o blog voltar a sair do ostracismo.

A volta do Carlismo

É isso mesmo, ainda há espaço para o coronelismo nos moldes antigos.Sempre considerei ACM o último grande coronel nordestino.Naturalmente que quando me refiro a grande não estou a descrever seu caráter, mas sim a postura "coronelesca", de dizer que é dono da Bahia, de desacatar o presidente da república e este ainda assim se desculpar pelo ocorrido, e outros fatos dessa ordem. A Bahia parecia ter aprendido a lição com as vitórias de Jaques Wagner e Luis Henrique, juntamente com a união entre Geddel Vieira Lima e o PT, tradicionais adversários, visando apenas findar com o Carlismo.Eis que Luis Henrique, reeleito, em jantar com os "DEMos", sai com a seguinte ignomínia "Há convergência na Bahia entre os projetos do PMDB e os democratas".Pobre Bahia...Não aprendeu que em algumas lendas não basta só enfiar a estava no peito do vampiro, tem que arrancar-lhe a cabeça  e enterrar longe do corpo. Pois não só esqueceram de decaptá-lo, como ainda tiraram a estava do coração.

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BRASIL, Nordeste, JOAO PESSOA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese